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domingo, 2 de outubro de 2011

MARIA VLACHOU


Membro-fundador do GAM e dos Corpos Gerentes do ICOM Portugal e Mestre em Museum Studies pela University College de Londres, é actualmente Directora de Comunicação do São Luiz Teatro Municipal.
Consulte o seu notável blogue aqui.

CECA-ICOM



Comité para a Educação e Acção Cultural do ICOM é um dos antigos comités internacionais do ICOM e um dos maiores, com cerca de 1000 membros e distribuído por 70 países (incluindo Portugal).


O Conselho Internacional de Museus (ICOM) é uma organização de profissionais de museus comprometidos com a conservação, estudo e comunicação para a sociedade do património natural e cultural do mundo, sendo este último tangível ou intangível. Criado em 1946, ICOM é uma organização não-governamental, mantém relações formais com a UNESCO, e tem um estatuto consultivo junto do Conselho Económico e Social das Nações Unidas. ICOM reúne cerca de 20 000 membros de 140 países, com os órgãos componentes principais, incluindo 114 Comités Nacionais e 30 Comités Internacionais.

As Comissões Nacionais são os principais instrumentos de comunicação entre ICOM e seus membros. Dentro de cada país, o Comité Nacional assegura a gestão dos interesses ICOM, representa os seus membros dentro do ICOM e ajuda a implementar o programa do ICOM.

Cada Comité Internacional é dedicado ao estudo de um determinado tipo de museu ou uma disciplina relacionada com museus._ Permite atingir os objectivos principais do ICOM: o intercâmbio de informações científicas a nível internacional, o desenvolvimento de padrões profissionais, a adopção de normas e recomendações, e a realização de projectos colaborativos.




Não perca! CECA-ICOM na conferência internacional na Culturgest!

Veja o site oficial, aqui.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Culturgest convida !!

De que forma os museus e os centros culturais estão a lidar com as exigências e as necessidades dos seus públicos?
A emancipação dos públicos é verdadeiramente promovida ou é sobre a falta dela que se constrói a mediação cultural na actualidade?
Que grau de partilha e de participação é solicitado aos públicos dos museus?
Onde começa a prática artística com comunidades e termina a mediação cultural?
É o mediador cultural um agente isento e transparente?
Será que partilha com os seus públicos dúvidas ou, na maior parte das vezes, já tem as respostas?

Estas e muitas outras perguntas! Estarão presentes na Conferência Internacional de 2011, na Culturgest, nos dias 13, 14 e 15 de Dezembro! Em nome das artes ou em nome dos públicos?
Sem deixar de indagar mas sem respostas à vista, a Culturgest convidou artistas, filósofos, críticos e profissionais de museus de diferentes países para, em conjunto com o público, reflectirem sobre a importância e a validade da mediação cultural nos espaços museológicos da actualidade. Como tema central de discussão de cada dia, foram escolhidos os conceitos de equipa, ética e erro.

Às equipas nos museus, deve-se o reconhecimento de serem a alma comunicante da maior parte das instituições. À ética, a reflexão constante sobre as formas de captação e comunicação com os públicos. Ao erro, o privilégio da aprendizagem e do crescimento constantes.

Uma vez que a Culturgest acredita na riqueza da comunicação sem rede, decidiram arriscar e apresentam durante três dias vários debates ao público, mesas redondas com um só porta-voz, speed meetings e workshops dirigidos por artistas.


How do museums deal with their audiences’ needs? How much are they called upon to participate and share? Where does artistic practice with communities begin and where does cultural mediation end? Are cultural mediators impartial agents or does their presence affect the interpretation of the objects? We have invited artists, philosophers, art critics and museum professionals to discuss for three days (in debates, round table discussions, speed meetings and workshops) on the importance of cultural mediation in present-day museums.